À paisana e fardados, os oficiais da PMMG, futuros coronéis. Waldyr Soares, Leonel Archanjo Afonso (futuros comandantes gerais), José Satys Rodrigues Valle (futuro comandante do Corpo de Bombeiros) e Edgard. O colega Waldyr recebeu a medalha Rio Branco por ser o primeiro colocado durante todo o curso de direito. Nenhum deles perseguiu os colegas civis. Os bacharéis de 1965 eram primos, amigos e colegas solidários. Ninguém delatou ninguém. Os colegas fardados não foram delatores, ao contrário de alguns civis.
O desembargador Roney Oliveira é um ser humano extraordinário, realmente, pelo conjunto de sua obra, pela sua conduta impecável, pelo desempenho de sua carreira na magistratura – sem empinar o nariz e estufar o peito, sem ser arrogante e prepotente, sem se empolgar com poder e dinheiro, e sem ser escravo da vaidade, sendo essa pessoa cordial, simples e amena, que cativa quem convive com ele ou apenas o conhece.
Nascido em 03/04/1943, na pequena Lajinha, perto de Manhuaçu, no estado de Minas Gerais, dedicou-se aos estudos desde a infância, sendo aluno pontual e aplicado desde os tempos no Colégio Evangélico de Alto Jequitibá, convivendo bem com os colegas, revelando-se inteligente, irônico, gozador e espirituoso.
Já leu centenas de livros e hesitou muito quando seus colegas e amigos insistiam para ele escrever suas memórias, que chegam em boa hora. As letras mineiras o recebem com todo prazer e muita alegria. A literatura de Minas Gerais está em muito boa companhia. Desfrutem das experiências de Roney Oliveira, pedaços de uma vida que enobrece a magistratura mineira…”
Trecho do prefácio de Hélio Fraga
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